Apenas cortando papel.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Silhuetas.
A origens das imagens abaixo: http://illusion.scene360.com/art/16820/silhouettes-come-to-life/
sábado, 23 de abril de 2011
Para quem é feita a cidade?
Se a resposta for os sinaleiros de Blumenau a Resposta é clara, "OS CARROS"
Cruzamento da 7 de Setembro com a Floriano Peixoto, o Pedestre que vier da XV se quiser atravessar a 7 para ir ao Hospital Santa Isabel tem que correr para atravessar as 4 Pistas da Sete e a travessia entre a ilha central e Bic Banc.
Pois ele tem 9 segundos para isto, se não fizer terá que esperar na ilha central quase 85 segundos até sua próxima oportunidade de 9segundos.
Mas esta não é a pior, pois se alguém quiser atravessar a rua Próximo ao Terminal Proeb vai ter que treinar com algum campeão mundial dos 100 metros rasos. Pois tanto o Sinaleiro para pedestres na continuação da 7 de setembro como o que cruza a 7, dão ao atleta, ops, pedestre, apenas 5 segundos.
O tempo não é suficiente para a senhora, que já estava esperando no sinaleiro, chegar no meio da via e o sinal vermelho começar a piscar. O casal que atravessa em sentido contrário só chega após o vermelho.
Uma Pessoa com problema de mobilidade não conseguiria atravessar estes sinaleiros, um deles leva a um hospital e o outro fica próximo a 2 mercados, 1 Terminal e do Corpo de Bombeiros.
Intercâmbio com ciclista de Ponta Grossa.
Por dois dias fui o guia e o representante da ABCiclovias junto a dois ciclistas da ProCiclovias PG, de Ponta Grossa no Paraná.
Claudio e Fátima vieram a Blumenau conhecer nosso sistema cicloviário e trocar idéias sobre ciclovias e experiências de ciclismo.
Um lugar que fomos visitar é a região do Bom Retiro, infelizmente o Museu da Hering estava fechado.
No centro encontramos o Prof. Ricardo machado e a Artista Plástica Daiana Schvartz.
Paraciclo da Antiga loja da Zaz Collor.
Vila Germânica.
Para saber mais sobre a ProCiclovias PG: http://prociclovias.blogspot.com/
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Humberto De Campos Solução
Parece que depois de muita reclamações, finalmente o poder público esta tomando algumas atitudes quanto aos acessos cicláveis de Blumenau.
Um deles foi a invasão da ciclovia da Humberto de Campos, que foi apresentado no relatório da ABCiclovias ao Coplan (Conselho de Planejament). Onde um particular invadiu a ciclovia para fazer a saída de uma garagem.
Como era durante a invasão da ciclovia pela obra particular.
E como ficou.
É interessante notar que na segunda foto aparece uma Boca de lobo, que havia sido coberta pela obra irregular.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
A ciclofaixa e o conto de fadas. (2)
Bom estes dias fiz uma matéria sobre a ciclofaixa da Antonio da Veiga intitulada "A ciclofaixa e o conto de fadas", esta baseada na confusão de sinalização e na falta de uma atitude das autoridades quanto a falsa impressão de que naquela área havia uma área de estacionamento. Coisa defendida inclusive por alguns agentes de transito e que eu defendia esta equivocada.
Hoje passando pela Antônio da Veiga:
Foi colocado uma terceira placa de Ciclovia e a pintura no chão foi apagada.
Finalmente o Seplan (Secretária de Planejamento) e a Secretária de Obras, tomaram uma providência quanto um erro cometido, agora que este foi corrigido cabe ao SETERB, através da Guarda de Trânsito, fazer sua parte autua, se necessário remover, os veículos ali estacionados.
Finalmente o Seplan (Secretária de Planejamento) e a Secretária de Obras, tomaram uma providência quanto um erro cometido, agora que este foi corrigido cabe ao SETERB, através da Guarda de Trânsito, fazer sua parte autua, se necessário remover, os veículos ali estacionados.
domingo, 17 de abril de 2011
Obras na pista, Ciclovias e Calçadas
Quando vejo obras em Blumenau, sempre acho que elas querem passar a informação que o ser humano não vale nada, principalmente aquele que não esta dentro de um carro. Pois normalmente não se vê área de circulação protegidas para pedestres ou para ciclista, quando obras na pista ou na própria calçada.
O que vemos é o pedestre tendo que mudar de lado na via, pois enfrente tem uma obra. Muitas vezes o pedestre fica em um situação absurda pois a obra o deixa em situação de perigo. como é o caso que ocorreu na Martin Luther onde uma via de 3 faixas tendo obra em uma delas. A faixa de segurança próximo ao ponto estava isolada no meio do nada.
Outra é falta de placas de orientação, informando locais de travessia, ou da impossibilidade de trafego de pedestres.
Foto mostra a obra feita em fevereiro de 2011 na Martin Luther onde a faixa de segurança ficou isolada no meio da obra. Isto sendo que há um ponto de ônibus movimentado nas proximidades.
Foto mostrando os detalhes
Obra da Beira Rio falta placas informando os pedestres da impossibilidade de usar a calçada do lado do rio. Colocaram cavaletes, mas não foi tomado as medidas de colocação de placas escritas informando os locais de ponto de ônibus, pontos de travessias e a impossibilidade do uso da calçada.
Dinamarca obra na calçada, foi criado uma área protegida e sinalizada para pedestre e ciclistas. Fotos: http://www.copenhagenize.com/
A primeira coisa a fazer ao iniciar uma obra é a criação de áreas protegidas e bem sinalizadas aos pedestres. Informando das alternativas seguras. Não apenas colocar cavaletes e cercas impedindo seu transito.
Cavaletes e cones não substituem placas, são apenas um reforço ou uma medida de emergência. Placas não são feitas só para carros, ela tem que informar as outras modalidades de trânsito, quanto ao perigo e as alternativas.
sábado, 16 de abril de 2011
Bicicletas na Obra da Beira Rio.
No ano de 1968 começou a ser aterrado parte do leito do Rio Itajaí Açu, deste aterro nasceu a Hoje conhecida Beira Rio (Avenida Castelo Branco). Em 1968 as bicicletas eram presentes na obra. Em diversas fotos estas aparecem.
Hoje 53 anos depois a Beira Rio passa por mais uma obra desta vez para receber o BRT (corredores de Onibus) e uma nova calçada com ciclovia. E as bicicletas marcam presença antes mesmo da obra estar pronta.
Obra iniciada em 1968, bicicletas vistas no canto esquerdo, provavelmente dos trabalhadores.
2011
2011
A foto antiga foi conseguida no Arquivo Histórico Ferreira da Silva.
Stammtisch e as Bike.
Enquanto o Stammtisch estava terminado um engarrafamento mostro se formou nas ruas 7 de Setembro e Beira Rio. Na Beira Rio ainda mais por ter as obras do corredor e da reurbanização, um carro quebrado e um buraco no asfalto.
E neste momento a bicicleta se mostra um veiculo sem precedentes, enquanto alguns estavam presos em um engarrafamento que a velocidade média não devia ser superior a 5Km/h, falo isto pois uma pessoa caminhando era mais rápida que a maioria dos carros. Quem estava de bicicleta podia transitar co, certa facilidade. Se necessário saltando da bicicleta e empurrando ela por um pequena distancia.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Imagens do Trânsito
Como eu já comentei em outro post, estas semanas estão deixando pouco tempo para a minha pessoa, mas nunca sem tempo para usar minhas maquinas fotográficas.
Algumas imagens de nosso trânsito a base de veículos automotores a explosão:
Algumas imagens de nosso trânsito a base de veículos automotores a explosão:
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Tempo.
Nestas duas ultimas semanas estou meio sem tempo, tenho mais coisas para fazer do que tempo para organiza-las.
Assim hoje peguei umas fotos do meu arquivo, todas colhidas na Internet, infelizmente não tenho os sites de origem das imagens.
Assim hoje peguei umas fotos do meu arquivo, todas colhidas na Internet, infelizmente não tenho os sites de origem das imagens.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Madonna de Bicicleta
Hoje ao abrir a Folha On-line me deparei com a foto de Madonna andando de bicicleta.
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/901071-madonna-vai-de-bicicleta-para-estudio-em-londres.shtml
Madonna vai de bicicleta para estúdio em Londres
Madonna aproveitou o clima primaveril de Londres no fim da semana passada para passear de bicicleta pela cidade.
Acompanhada de seguranças, a cantora foi fotografada pedalando de sua casa até o famoso estúdio Abbey Road.
Para evitar o assédio de fãs, a cantora usava óculos escuros e um chapéu.
sábado, 9 de abril de 2011
Hoje no Santa
Hoje no Jornal de Santa Catarina:
Cartas:
COMÉRCIO NA XV
Os principais culpados pela decadência do comercio na XV são os próprios lojistas. Experimente falar em fazer algum evento na rua, seja um encontro de amigos, desfile de Natal, que eles são os primeiros a irem contra a ideia. Não vai ser a revitalização da via que vai mudar isso, o que tem de mudar são as pessoas e seus pensamentos.
Josiane Hillesheim
Dona de casa - Blumenau
Artigo:
Rua XV, a sala de estar
Gozamos a fama de cidade europeia. Na Europa, os veículos têm a mobilidade reduzida nas áreas centrais de diversas metrópoles, com a intenção de privilegiar pedestres, ciclistas e meio ambiente. O mesmo ocorre em outros continentes. Algumas cidades, a exemplo de Cingapura, desde 1975; Londres, desde 2003; Estocolmo, desde 2006; e Milão, desde 2008, cobram tarifação sobre congestionamento.
Blumenau convive com um excedente de veículos trafegando muito acima da capacidade das vias. Então, leio no Santa de 6 de abril sobre a intenção de transformar a Rua XV em um shopping a céu aberto. Oportunidade única para dificultarmos o acesso de veículos à área central e estimularmos o uso de ônibus.
A vocação natural da Rua XV é transformar-se em um calçadão no trecho entre a Rua Ângelo Dias até o Teatro Carlos Gomes, preservado o fluxo de carros entre suas transversais. Direcionada para o comércio, evidentemente, porém priorizando o estímulo e apoio à cultura, às artes, tradições, história local, apresentações e manifestações, abrindo espaço para que se firme como uma via gastronômica, com bares e restaurantes.
A velha Wurtstrasse sempre foi sala de estar de Blumenau e turistas. Devidamente adequada à vocação natural, se transformará em verdadeira área de lazer do blumenauense – que, sem disputar espaço com automóveis, com seus gases e ruídos, caminhando protegido pela sombra de árvores em meio a jardins floridos, se sentirá estimulado a sair de casa e frequentar a Rua XV da mesma forma como se sente incentivado em ir ao shopping. Preferencialmente de ônibus, se sua qualidade permitir o mesmo nível de interesse.
Porém, as políticas publicas de Blumenau deverão romper com a cultura do automóvel, valorizando pedestres e o transporte público. Rompendo, também, com a ideia de que os clientes devem estacionar quase que dentro dos estabelecimentos comerciais.
RICARDO BONDAN|ESPECIALISTA EM GESTÃO DA MOBILIDADE
A Cultura versus Bicicletário?
Gosto de livros de cordel, e gosto de comprar coisas no sebo. Apesar que atualmente não sobra muito tempo para leituras deste material.
Mas em uma cidade onde o centro só tem 24 vagas para bicicletas e estas ainda são mal posicionadas e distantes umas das outras, perder 6 vagas é um grande prejuízo. São 25% da capacidade dos biciletários.
Hoje passando pela XV de Novembro, deparei com esta cena, um senhor que vende livros de cordel montou sua barraca encima do bicicletário. E assim duas bicicletas tiveram que ser amarradas no telefone público.
A cultura tem que ser propagada, mas esta não deve ser desculpa para a falta de cultura coletiva e respeito com os outros.
Se o senhor colocou a barraca ali com autorização a prefeitura errou, se ele colocou sem autorização ele errou e cabe a prefeitura notificar sua irregularidade.
Enquanto o biciletário estava inacessível duas bicicletas amarradas ao telefone.
terça-feira, 5 de abril de 2011
A ciclofaixa e o conto de fadas.
A ciclofaixa da Rua Antônio da Veiga, é uma piada. Esta semana no blog do Jaime Batista, foi mostrada fotos de um carro da administração pública estacionado encima desta ciclofaixa.
Ai em resposta algum agente de trânsito afirma que ali há as duas situações, ciclofaixa e estacionamento.
Se isto for verdade que jogue-se todos os manuais sobre construção de ciclofaixas e ciclovias, a cartilhas do Ministério das Cidade e o CTB no lixo.
Primeiro a largura mínima segura aconselhada para uma ciclofaixa unidirecional na via é de 1,20mts o recomendado é 1,5mts. Se ali for uma ciclofaixa unidirecional esta regra já não é respeitada, mas com as duas placas de ciclovias, uma para cada lado, passa a idéia de que é bidirecional, ai a medida mínima recomendada 2,5mts.
Segundo não há nenhuma sinalização que ali seja estacionamento, nem a sinalização ali é compatível com outros locais que o estacionamento esteja no interior da ciclofaixa. Nos locais onde ocorre isto, a sinalização horizontal são duas faixas amarelas paralelas com uma distancia de uns 10cm entre elas e com diversas faixas mais estreitas na diagonal. Como fotos abaixo.
Ou parem com o faz de conta que ali é uma ciclofaixa e retire as duas placas de ciclofaixa, os tachões e a pintura vermelha. Ou parem com o faz de conta que ali seja um estacionamento permitido, e tirem os carros estacionados irregularmente, seguindo o CTB.
Não há espaço seguro para a colocação de uma ciclofaixa e de um estacionamento. Estão esperando o que? O pior acontecer, para depois tomarem providencias?
Links:
Jaime Batista:
Cartilha Ministério das Cidades:
Na pagina 90 é um dos lugares que fala que ciclofaixa de um único sentido o mínimo é 1,20mts, e o recomendado é 1,5mts.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Nanica.
Já postei no Blog fotos da minha dobrável, a cada dia que ando com ela mais gosto. Ela tem algumas limitações, mas são pela má execução das obras cicloviárias e das estradas, do que pelo seu tamanho, aro 20. Tenho dificuldades também com bicicleta aro 26, que são amenizados pelo tamanho da roda, que facilita a transposição de imperfeições.
Se as obras nesta cidade seguissem as normas de qualidade de vias, não teria problema nenhum nem com uma nem com outra.
A Nanica é a unica bicicleta com apelido que eu tenho, as outras chamo pelo modelo do quadro. Segue algumas fotos da Nanica:
Na Virada do ano em Itapema. (já postada no Blog)
Tirada por Jonathan Jünge do Caminhos do Sertão.
Na Rua das Palmeiras. Blumenau
Guerra aos carros na Europa
Aqui o pessoal acha que é modismo ou que estão fazendo do carro uma Geni.
Santa 04/04/2011: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1914,3262000,16823
Bom na Europa a Geni está sendo colocada no cadafalso.
O carro da maneira que esta sendo usado já é um problema, não só aqui, mas em todo mundo. É um bem de consumo que traz diversos problemas a sociedade quando usado indiscriminadamente.
Em alguns países e cidades o carro como meio de locomoção urbana, já é considerado "persona non grata".
Cidades consideradas com melhores condições de vidas são na sua maioria as com serias restrições ao uso do carro.
Hoje no Jornal do Santa saiu uma reportagem onde fala que em 2050 o uso de carro movidos a combustíveis fósseis terá o seu fim naquele continente. Só em museu ele continuará a existir.
Santa 04/04/2011: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1914,3262000,16823
Guerra aos carros na Europa
Veículos a diesel e gasolina poderão ser banidos das cidades da União Europeia até 2050 para diminuir pegada de carbono do bloco e a dependência do petróleo importado
Os centros urbanos europeus poderão ganhar ares de antigamente daqui a algumas décadas, se a indústria automobilística não se esforçar ainda mais em encontrar alternativas de veículos que não sejam movidos por combustíveis fósseis. A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), propôs na semana passada que, até 2050, todos os carros a diesel e gasolina sejam eliminados das cidades do 27 países que integram o bloco.
A medida – parte do relatório Transporte 2050, divulgado em Bruxelas – é vista pelo órgão como um esforço inevitável para conter uma série de problemas crescentes no continente: os congestionamentos nas ruas, a dependência do petróleo importado e sua iminente escassez, e a urgente necessidade de reduzir as emissões na atmosfera de gases do efeito estufa, como dióxido de carbono (CO2). A estimativa é de que o bloco precise diminuir, até 2050, entre 80% e 95% das emissões em comparação aos níveis de 1990 – 60% apenas no setor de transporte.
Para isso, a UE necessitará de uma rede mais ampla e funcional de corredores de transporte, incluindo conexões de trem entre os principais aeroportos do bloco e a modernização e a integração do sistema de controle do tráfego aéreo. O comissário de Transportes do bloco, Siim Kallas, também elaborou planos para migrar para o transporte ferroviário metade das chamadas jornadas de distância média – a partir de 300 quilômetros – feitas atualmente por automóveis.
Como era esperado, as propostas foram recebidas com críticas. A Associação dos Motoristas Britânicos, por exemplo, considerou a ideia “economicamente desastrosa” e uma “restrição maluca” à mobilidade.
– Sugiro que Kallas se interne em um hospício – ironizou Hugh Bladon, porta-voz da entidade, em declaração ao jornal britânico The Telegraph.
Segundo o comissário, as medidas não pretendem prejudicar a mobilidade dos viajantes europeus:
– Podemos quebrar a dependência de petróleo do setor de transportes sem sacrificar nossa eficiência ou comprometer a mobilidade. A liberdade de viajar é um direito básico de nossos cidadãos. Reprimir isso não é uma opção.
AS METAS
Estimativas indicam que a União Europeia precise reduzir as emissões de gases do efeito estufa entre 80% e 95% em relação aos níveis de 1990 até 2050
Análise da Comissão Europeia indica que, embora outros setores da economia possam fazer grandes cortes, uma redução de pelo menos 60%, até 2050, nas emissões em relação aos níveis de 1990 é necessária do setor de transporte, uma fonte significante e ainda crescente de emissões
AS PROPOSTAS
Reduzir à metade o número de carros movidos a diesel e gasolina nos centros urbanos do bloco até 2030, e bani-los até 2050. O transporte no centro das grandes cidades deverá ser feito sem emissões de gases até 2030
Diminuir em 40%, até 2050, as emissões do setor da aviação, com o uso de combustíveis limpos. Além disso, reduzir em pelo menos 40% as emissões do setor de cargas marítimo (de preferência, 50%)
Migrar para o transporte ferroviário ou marítimo metade das chamadas jornadas de distância média – a partir de 300 quilômetros – feitas atualmente por automóveis até 2050
Triplicar o comprimento das ferrovias recentes até 2030. Até 2050, a maior parte das viagens de média distância deverão ser feitos por trem
Até 2050, conectar todos os aeroportos principais do bloco por ferrovias, de preferência de alta velocidade. Garantir que todos os principais portos estejam suficientemente conectados às ferrovias
Até 2020, estabelecer um sistema europeu multimodal de transporte que unifique informações, gerência e pagamento em todo o continente
Até 2050, praticamente zerar o número de mortes no trânsito, que deverão ser reduzidas à metade até 2012
A medida – parte do relatório Transporte 2050, divulgado em Bruxelas – é vista pelo órgão como um esforço inevitável para conter uma série de problemas crescentes no continente: os congestionamentos nas ruas, a dependência do petróleo importado e sua iminente escassez, e a urgente necessidade de reduzir as emissões na atmosfera de gases do efeito estufa, como dióxido de carbono (CO2). A estimativa é de que o bloco precise diminuir, até 2050, entre 80% e 95% das emissões em comparação aos níveis de 1990 – 60% apenas no setor de transporte.
Para isso, a UE necessitará de uma rede mais ampla e funcional de corredores de transporte, incluindo conexões de trem entre os principais aeroportos do bloco e a modernização e a integração do sistema de controle do tráfego aéreo. O comissário de Transportes do bloco, Siim Kallas, também elaborou planos para migrar para o transporte ferroviário metade das chamadas jornadas de distância média – a partir de 300 quilômetros – feitas atualmente por automóveis.
Como era esperado, as propostas foram recebidas com críticas. A Associação dos Motoristas Britânicos, por exemplo, considerou a ideia “economicamente desastrosa” e uma “restrição maluca” à mobilidade.
– Sugiro que Kallas se interne em um hospício – ironizou Hugh Bladon, porta-voz da entidade, em declaração ao jornal britânico The Telegraph.
Segundo o comissário, as medidas não pretendem prejudicar a mobilidade dos viajantes europeus:
– Podemos quebrar a dependência de petróleo do setor de transportes sem sacrificar nossa eficiência ou comprometer a mobilidade. A liberdade de viajar é um direito básico de nossos cidadãos. Reprimir isso não é uma opção.
AS METAS
Estimativas indicam que a União Europeia precise reduzir as emissões de gases do efeito estufa entre 80% e 95% em relação aos níveis de 1990 até 2050
Análise da Comissão Europeia indica que, embora outros setores da economia possam fazer grandes cortes, uma redução de pelo menos 60%, até 2050, nas emissões em relação aos níveis de 1990 é necessária do setor de transporte, uma fonte significante e ainda crescente de emissões
AS PROPOSTAS
Reduzir à metade o número de carros movidos a diesel e gasolina nos centros urbanos do bloco até 2030, e bani-los até 2050. O transporte no centro das grandes cidades deverá ser feito sem emissões de gases até 2030
Diminuir em 40%, até 2050, as emissões do setor da aviação, com o uso de combustíveis limpos. Além disso, reduzir em pelo menos 40% as emissões do setor de cargas marítimo (de preferência, 50%)
Migrar para o transporte ferroviário ou marítimo metade das chamadas jornadas de distância média – a partir de 300 quilômetros – feitas atualmente por automóveis até 2050
Triplicar o comprimento das ferrovias recentes até 2030. Até 2050, a maior parte das viagens de média distância deverão ser feitos por trem
Até 2050, conectar todos os aeroportos principais do bloco por ferrovias, de preferência de alta velocidade. Garantir que todos os principais portos estejam suficientemente conectados às ferrovias
Até 2020, estabelecer um sistema europeu multimodal de transporte que unifique informações, gerência e pagamento em todo o continente
Até 2050, praticamente zerar o número de mortes no trânsito, que deverão ser reduzidas à metade até 2012
sábado, 2 de abril de 2011
Passeio Cultural (Fritz Muller).
Hoje (02/04/2011) a ABCicclovias, promoveu um passeio teste para um futuro circuito de cicloturismo urbano.
O trajeto também teve como finalidade lembrar a data de nascimento de Fritz Muller.
O passeio saiu do Marco 0 (zero) da cidade, localizado na praça Hercilio Luz (Biengarden), pecorreu a Rua XV de Novembro passando pelo centro histórico, Ponte de Ferro, Pontes dos Arcos voltando próximo ao Marco 0, onde foi visitado a exposição do Dr. Fritz Muller.
Em um segundo momento o grupo seguiu pela Rua das Palmeiras até o Cemitério Luterano, onde estão depositados os restos mortais de Fritz Muller e sua familia.
Após o passeio o grupo foi até uma padaria na Rua XV, onde mantendo um corredor amplo para os pedestres, montou uma mesa na calçada.
Todos sabem que eu gostaria que a rua XV de Novembro fosse um grande calçadão com um caminho central para o trafego de bicicletas, ao melhor estilo, Amsterdam ou Copenhagem. As vezes consigo realizar um pouco desse sonho. Que espero um dia se tornar totalmente realidade.
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