quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Petrópolis. (Viagem ao Rio)

Durante minha viagem ao Rio de Janeiro, fui visitar a Petrópolis (Cidade de Pedro). A viagem entre Rio de Janeiro e Petrópolis fiz de ônibus rodoviário intermunicipal, que custa por volta de R$ 16,00.

Chegando  na rodoviária de Petrópolis pega-se um ônibus urbano até o centro a um custo de R$2,50. Os ônibus urbanos da Cidade de Pedro, pelo menos os que eu peguei, não são iguais aos do Rio de Janeiro na forma de dirigir, ainda bem.

Na cidade  de Petrópolis há um grande número de charretes que fazem volta turística, onde o cocheiro dá explicações sobre a cidade e seus principais pontos. Há também uma versão miniatura  destas charretes, puxadas por cabritos, nas praças da cidade, onde a criançada pode dar pequenas voltas.

 
Placa de Preferência as charretes.
Charrete versão infantil puxadas por cabritos.

Encontrei na cidade uma versão turística de triciclo. Este tipo  triciclos onde o condutor é um guia  turístico já vi em reportagens sobre diversos países da Europa e Nova York. É mais uma opção aos turistas de conhecerem a cidade. Eu mesmo se tivesse que optar sobre o meio de transporte cavalo X triciclo, ficaria com o segundo. Não gosto do cheiro de cavalos.


Foto de Triciclo turístico.

Agora o que mais me chamou a atenção na cidade foi o respeito do motorista ao pedestre e ciclista.

Quando da minha visita, domingo, 31 outubro, vi diversos ciclistas na cidade o que é uma curiosidade, pois igualmente a Blumenau a cidade é cercada por morros. Um senhor, que vende lembranças aos turistas falou que naquela data especifica havia poucos, já que era um feriadão e havia as eleições. Na cidade em si não vi nenhuma estrutura cicloviária.

Ciclista Petrópolis.

Travessia de Pedestre.

Na imagem anterior do ciclista mostra uma faixa de segurança, onde a travessia de pedestres em partes do centro da cidade a pessoa não muda de nível para atravessar a rua, mas sim o carro que muda de nível para atravessar a calçada.

São uma espécie de lombada mais larga, que faz o carro automaticamente ter que diminuir a velocidade, e que também dá a correta sensação de preferência ao pedestre.


Calçadas assim, conhecidas como Travessia Elevada, são normais em muitos lugares do mundo. Vi em Petrópolis e esta semana, para minha surpresa, descobri que Balneário Camboriú esta fazendo travessias de pedestres no mesmo estilo. 

Travessia de pedestre de Balneário (foto do site: www.aderbalmachado.com.br)


Uma observação é que mesmo em faixas de pedestres normais os carros em Petrópolis diminuem a marcha e dão preferência aos pedestres.

Agora; Será  que um dia os administradores de Blumenau irão deixar de fazer e  de gastar dinheiro com elefantes brancos, como a passarela da Antonio da Veiga? Onde os pedestres foram prejudicados por infrações cometidas por veículos automotores.

Ao fundo a passarela estaiada, que com a desculpa de dar segurança ao pedestre, prejudicou este em favor dos condutores de carros, que não respeitavam a faixa de segurança.

Não sou contra passarelas e túneis, pois em muitos lugares estes são necessários, mas no caso especifico daquela passarela, entre dois sinais de transito, e que o motivo maior foi a falta de respeito dos motoristas aos pedestre. Uma solução que custaria muito menos é este de travessia elevada para pedestre, outra solução seria  fazer doer o bolso dos infratores. Infelizmente escolheram penalizar a vitima da infração e não os infratores, criando uma pseudo desculpa de estarem garantindo a segurança do mesmo.

Parabéns a Petrópolis e  Balneário Camboriú por está idéia.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Pedalar pela Nova Rússia

Na publicação de hoje do Jornal a Voz da Razão, saiu uma reportagem sobre ciclismo na Região da Nova Rússia.



segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ciclofaixa da 7 de Setembro.

Como eu já havia anunciado, por duas vezes, as calçadas da 7 de Setembro serão  revitalizadas, recebendo ciclofaixas compartilhadas, similares a da Av. Castelo Branco (Beira Rio). Esta obras foram anunciadas pelo Prefeito em duas ocasiões que tive a oportunidade de pedalar com ele, e claro onde fiquei fazendo perguntas e sugestões.

As matérias em que falei referente as calçadas foram a cobertura da Rota de Lazer, Setembro e Outubro.

Finalmente as obras de revitalização das calçadas da 7 de Setembro começaram, em  três (3) pontos específicos, próximo ao  locais dos novos  de ponto de ônibus e enfrente ao Shopping, que cobra uma fortuna para estacionar a bicicleta em seu interior.


Quando vejo os tijolos (pavers) vermelho sempre fico de olho.

Minha primeira vista do novo ponto com uns tijolos (pavers) vermelhos formando um caminho.

Boos, da ABCiclovias, olhando e tentando entender com será o caminho.

Projeto da ciclofaixa, abaixo tem um vídeo mais completo deste projeto.

Ato de transgressão, não resisti e fui dar uma voltinha no  caminho.

Se notarem a imagem em que andando na ciclofaixa, ela não é muito larga, tendo cerca de 92cm de largura o que é espaço diminuto até para uma bicicleta, se a idéia for uma ciclofaixa de sentido duplo, não há espaço para isto, já que uma bicicleta tem a largura média entre 60 e 72cm.

Com esta largura de 92 centímetros seria interessante fazer ciclofaixa unidirecionais de ambos os lados  da Rua 7, em sentidos opostos, assim minimizando os conflitos.

Agora também é torcer que terminem o resto da calçada o mais rápido possível e que o poder público faça uma campanha educacional e fiscalizadora  do uso das calçadas. 



Vídeo do projeto:

sábado, 13 de novembro de 2010

Blumenau História & Bicicleta.

Eu já havia colocado fotos históricas no Blog  em dois momentos, quando criei o blog, "Começo" e no mês de setembro de 2010, "Fotos Antigas", mas faltava informações complementares as fotos, na postagem "Fotos Antigas", já havia colocado algumas informações, que ao meu vê eram poucas. 

Durante um breve período de férias consegui dedicar um pouco de atenção a conseguir informações históricas que envolvesse bicicletas.

E agora publico a primeira parte do estudo que fiz:


A foto acima não tenho muitas informações, mas se encontra no Arquivo Histórico de Blumenau José Ferreira da Silva.

Algumas marcas de Bicicletas que andavam por Blumenau  e região, Prosdócimo, Husqvarna, Erlan, Centrum, Monark, NSU, Philips entre outras.

No caso há também as  Monark Centrum, já que a Monark por um período importava e  montava as bicicletas da Centrum no Brasil.

Funcionários da EFSC (Estrada de Ferro Santa Catarina), com suas lambretas e bicicletas. Na ordem: Alvin Elias da Silva (de óculos), Joaquim Antônio dos Santos, Mário Rocha, Deofrido de Gang, Manoel V. Gonçalves e Aníbal Costa.

Foto interessante  tirada em 31/12/1940 na Alameda Rio Branco, mostra o antigo Cine Busch  e a estátua itinerante de Dr Blumenau. Esta estátua já esteve alocada em pelo menos 4 locais. Alameda Rio Branco (foto), Praça Dr. Blumenau, Alameda Duque de Caxias (Rua das Palmeiras) e enfrente ao Mausoléu Dr Blumenau, onde se encontra hoje.

O Cine Busch por décadas foi um dos pontos de encontro dos Blumenauenses. Consta como um dos cines pioneiros no Brasil. Infelizmente fechou a suas portas em 1993, dando lugar a um empreendimento de eventos, que o destruiu, deixando apenas a fachada bem modificada, que só foi salva por ato de alguns heróicos cidadãos. 

Fotos da década de 1920, Rua XV de Novembro. A rua também era conhecida anteriormente com Bratwursttrasse (Rua da Linguiça) por ter um traçado sinuoso e estreito depois este foi modificado. Em 1890 foi batizada de XV de Novembro. Esta rua foi a primeira a receber pavimentação em Blumenau e do Interior de Santa Catarina no ano de 1923.

Propaganda da Livraria Carlos Wahle no Jornal A Cidade de 19/10/1924, onde aparece entre os itens a venda "bicycletas".

Algumas fonte para este estudo:
Jornal: A Cidade.
Livro: Pedalando Pelo Tempo: História da bicicleta em Brusque de Ricardo José Engle.
Arquivo Histórico José Ferreira da Silva
E matérias do Blog: http://adalbertoday.blogspot.com/

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Rota de Lazer (Novembro)

Dia 14 de novembro ocorrerá mais uma Rota de Lazer, abaixo a programação com mais detalhes  como as estações, e trajeto:


Prefeitura de Blumenau (link)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Fotografia + Bicicleta = Arte (2)

A algum tempo coloquei uma foto artística envolvendo bicicleta, Fotografia + Bicicleta = Arte (1).


Continuando a minha empreitada pelo mundo da arte fotográfica hoje trago um trabalho de Steve McCurry.


Este fotografo é o autor da famosas foto que marcou uma das capas da revista Nacional Geographic de 1985, onde aparecia uma garota afegã.






 Revista Nacional Geographic junho de 1985

Site de Steve McCurry: http://www.stevemccurry.com
Blog de Steve McCurry: http://stevemccurry.wordpress.com

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sistema de transporte público. (Rio de Janeiro)

Bom depois que passei pelo Rio de Janeiro, comecei a gostar um pouco mais do transporte público de Blumenau, aqui não é o Paraíso, mas o sistema integrado de ônibus é muito melhor do que é aplicado no Rio.

No Rio de Janeiro os ônibus não são integrados, atualmente esta sendo implantado um sistema de integração temporal, que permite o usuário troque 1 vêz de ônibus em um prazo de 2 horas. Mas quando passei por lá este ainda não estava funcionando e mesmo assim o sistema exige cadastramento prévio e cartão que é só liberado para a integração 48hs depois do cadastramento, então não beneficia turistas ou pessoas que usam o sistema casualmente.

Terminal de ônibus, só serve com ponto inicial da linha sem integração. Valor da viagem nestas linhas R$2,35.

Uma coisa que é de assustar é a forma dos motoristas de ônibus dirigir, sem exagerar a velocidade era de assustar, os motoristas de ônibus do Rio de janeiro não tem respeito com a vida dos usuários, se você levantar a mão em um ponto onde só você se encontra passa direto, se puxar acorda as vezes ele para só dois pontos depois.

Depois de andar de ônibus e já tido andado de Metro comecei a dar preferência a este segunda mobilidade de transporte, apesar de ser menos móvel que os ônibus, se mostrava mais seguros, e fora do horário de pico uma ótima forma de locomoção.

O metro em viagem simples custa R$ 2,80

O metro esta em obras e a interligação entre as duas linhas é precária e mal informada, pois eles informam a integração entre a Linha 1 e 2 em diversas estações mais pelo que notei esta só ocorre mesmo na estação Estácio, pois a estação Cidade Nova ainda esta em obras e não permite a continuidade da viagem de quem vem da região do Maracanã. Assim na Estação Estácio você tem que sair de um patamar da estação e ir a outra onde você pode pegar outra composição. Quando a nova estação estiver funcionando não sei como funcionará.

Usei o Metro umas 6 vezes e depois que pega o jeito como funciona é bem prático.

Uma coisa legal do metro é que em algumas estações tem Bicicletários, e pelo que vi é usado. Estes bicicletários tornam a vida bem mais prática, ainda mais que o seu uso é gratuito.

Placa sobre o bicicletário.

O metro também permite que aos sábados a tardem domingos e feriados , pessoas usem os trens com bicicletas para se locomoverem entre as estações. Esta intregração Bicicleta X Metro, seguem regras que podem ser acompanhadas no site do MetroRio.

Bicicletário estação do Metro

O Metro também tem integração com algumas linhas de ônibus, mas você tem que aprender com funciona eu usei uma destas, mas foi por acidente, estava em um ponto de ônibus na Região do Cosme Velho, onde se pega o trem turísticos para o Corcovado  (Cristo Redentor).  Esta integração custa R$ 3,75

O sistema público de transporte do Rio tem muito que melhorar em questão de qualidade, ainda mais se quiser ser um sistema prático aos turistas para as Olimpíadas e para a Copa do Mundo. Falta informações quanto ao funcionamento dos ônibus, os motoristas  e cobradores não sabem dar informações básicas das linhas que trabalham.  Não é falta de vontade, eles não sabem mesmo, não conhecem pontos turísticos.  Os motoristas tem que passar por um treinamento de direção e respeito ao usuário, pois da forma que dirigem não é seguro.

A Integração entre as linhas, mesmo através de cartão tem que ser mais rápida para permitir que pessoas vinda de outras regiões possam usufruir do sistema. Seria interessante também se todo o sistema de ônibus estivesse integrado com o metro.

O metro necessita melhorar as informações aos turistas.Com instalação de placas turísticas melhores no interior das estações ajudaria muito.

O metro me parece mais fácil  de se ajustar até os eventos que estão para serem realizados no Rio e merece alguns elogios, já os ônibus tem muito que resolver, é muito ruim.

Cicloturismo no Santa

No sábado,  nada menos que 4 páginas do jornal continham matérias dedicada a "La petiti Reine"*, uma  a do post anterio,r sobre o desrespeito a ciclovia,  e três ao Ciloturismo.

Na matéria sobre ciloturismo coloco diversas ressalvas. Mas esta modalidade de turismo aparecer no Jornal de Santa Catarina é um ponto positivo.

Entre os erros  que encontrei no anexo, posso assinalar o uso de cotoveleiras e joelheiras para pessoas de idade. Cicloturismo não é esporte radical e estes apetrechos só vão atrapalhar e tornar a viagem mais desconfortável. Nunca cai da bicicleta durante viagens de cicloturimo. 

Outra  coisa que fala é que o ideal são bicicletas "cross country" entendo como MTB. O que acho um erro há bicicletas para diversos tipos de cicloturismo, eu uso uma MTB (montobike), pois gosto de variar entre estradas de chão e asfalto, e meus pneus são semi-slick. Como não gosto de trilhas estes tipo de pneu se ajusta bem ao meu gosto. Mas quem pretende fazer cicloturismo apenas em estrada de asfalto, uma bicicleta city-tour ou mesmo uma Speed com adaptações (coloco como exemplo a Caloi 10, apesar de divergência se é ou não speed), podem ser usada. As city-tour são largamente usadas na europa para este tipo de modalidade de turismo.

Outra, apesar de ser uma Atividade física, cicloturimo  não é esporte, pelo menos não o considero, é sim uma forma de turismo.

O desenho no centro do anexo está em total descoformidade com o texto, lá apresenta uma bicicleta speed sem bagageiro.

Nem todos os cicloturista, levam acessórios de cozinha e barraca isto depende muito de como você planeja a viagem. Eu acho peso desnecessário, só levo comida suficiente para lanches, faço minhas refeições em lanchonetes  e restaurante,  durmo em hotéis baratos. Isto reduz peso o que facilita a viagem.

Mas vamos a  Matéria:


Cansado da rotina? Quer encarar um desafio de verdade? Arrume a mochila, prepare a bike e caia na estrada! E se você é ciclista de primeira viagem, confira aqui como chegar são e salvo até o fim da sua jornada
Encontrar pessoas hospitaleiras, outras nem tão amigáveis assim. Observar paisagens deslumbrantes, mas também ver muito lixo espalhado. Ser acolhido para dormir em um confortável quarto em uma noite e, na outra, ter apenas uma barraca para se proteger do frio e da chuva. E, acima de tudo, fazer amizades e conhecer histórias de vida. Estes são alguns dos momentos, desafios e recompensas que estão no caminho de um cicloturista, o ciclista que percorre longas distâncias, levando na bagagem apenas o essencial e uma determinação ferrenha. Vale desde fazer uma viagem curta, de apenas um dia, até passar vários meses fora de casa, na estrada, como o caso do aventureiro blumenauense Tarciso Tomaselli, que percorreu este ano mais de 7 mil quilômetros pela América do Sul, em três meses e 15 dias.

Para o psicólogo, psicoterapeuta e coordenador da Faculdade de Psicologia do Ibes/Sociesc, Antonio Gomes da Rosa, pessoas que se submetem à prática de esportes mais radicais ou alternativos, como o cicloturismo, normalmente são mais competitivas. Durante a viagem, em cada etapa vencida, o corpo e a mente produzem sensações que variam da liberdade extrema até a superação de si mesmos. Para o cicloturista, desbravar o novo e contar com o inusitado garantem momentos de prazer, satisfação e poder. E aí, vai encarar?

MORGANA MICHELS|Especial/Santa

Anexo em PDF: http://www.clicrbs.com.br/pdf/9658731.pdf

Apesar dos erros,como falei interiormente é um ponto positivo,  fico satisfeito em ver no Jornal de Santa Catarina matéria sobre este assunto.

* La petite reine, A pequena rainha, segundo Ricardo Engle escritor do livro Pedalando no Tempo, é como os franceses do século passado identificavam a Bicicleta.

sábado, 6 de novembro de 2010

E o carro se impõe

No Jornal de Santa Catarina de Hoje, matéria escrita por Fabrício Cardoso (Interino no lugar de Walther Ostermann):



"A ciclovia da Rua República Argentina, na Ponta Aguda, vai aos poucos sendo ladeada por um estacionamento improvisado na mata ciliar, como mostra a foto feita por um leitor que costuma pedalar por ali.

O processo foi se dando por partes. Primeiro, cortaram pedaços da proteção de concreto que separa a ciclovia da faixa para veículos motorizados. Depois, houve aterro da vegetação da margem do rio, com macadame.

* * *

Somos, eu e o leitor, leigos no assunto, mas restam duas ações passíveis de punição: destruição do bem público e agressão ambiental. Responsável pela fiscalização das ciclovias, o Seterb nada sabia sobre isto até a tarde de sexta-feira.

Tomara que alguém de lá leia o Santa deste fim de semana." 

Fabrício Cardoso, Jornal de Santa Catarina 06/11/2010, Nº 12090



Em Junho fiz uma matéria  intitulada "Os perigos das ciclofaixas e ciclovias",que falava sobre as péssimas condições do sistema cicloviario no Anel Viário Norte. Agora além da falta de manutenção têm os espertinhos, que destroem bens públicos e agridem a natureza.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Pedal Nova Rússia (História Ambiental)

Domingo dia (7/11/10)  haverá um pedal na região da Nova Rússia, para prestigiar o evento promovido pelo Grupo de Pesquisa de História Ambiental do Vale do Itajaí  e Instituto Parque das Nascentes
A saída será às 08:00 hs do Parque Ramiro Ruediguer.
Levar: capacete, água, protetor, $$, camara de ar reserva, bom senso, jaqueta, ....
Distancia Aproximada de 50km  com uma subida de 2km.

O almoço será nas dependencias do Paraiso do Miguel (Lula). No local, além do almoço, à disposição um belíssimo local para banho de rio. O preço do almoço gira em torno de R$  15,00.
Na volta, ainda daremos uma parada no Rancho do Willy para um café.

Atenção !!
Não haverá Veículo de apoio, por isto a bicicleta deverá estar em perfeito estado de conservação.
A região da Nova Rússia é um dos locais mais frequentados no verão devido à qualidade da água dos seus rios. Pedimos extrema atenção devido ao grande fluxo de veículos motorizados...


Não há necessidade de confirmação.
Para maiores informações: 9991-5610, 3035-3297, email wboos@ig.com.br  ou www.abciclovias.com.br





O Convite do evento, na Nova Rússia:


O GPHAVI - Grupo de Pesquisas de História Ambiental do Vale do Itajaí da Universidade Regional de Blumenau, em parceria com a Fundação Fritz Muller, com o IPAN - Instituto Parque das Nascentes e o Ecomuseu Dr. Agobar Fagundes apresentam a Exposição Itinerante: "IPAN, História e Natureza no Sul de Blumenau". A primeira etapa da exposição ocorrerá nos dias 06 e 07 de novembro, das 9hs às 17hs no Ecomuseu Dr. Agobar Fagundes, Rua Minas da Prata, na comunidade rural Nova Rússia.
A exposição é uma etapa da contrapartida social do projeto "Preservação, conservação e uso público do acervo do Instituto Parque das Nascentes" o projeto realizado pelo GPHAVI, sob a coordenação do professor Nelson Afonso Garcia, financiado pela Fundação Fritz Muller, visou a revitalização do acervo do IPAN.
O projeto foi apresentado na 4º Mostra Integrada de Ensino Pesquisa e Extensão, sendo contemplada com o Prêmio Destaque Fritz Muller, na categoria de extensão. Para maiores informações sobre a exposição e demais etapas do projeto, consulte o endereço eletrônico do IPAN institutoparquedasnascentes.blogspot.com, ou através do e-mail: institutoparquedasnascentes@yahoo.com.br ou gphavi.furb@yahoo.com.br, ou ainda pelo telefone 33210496.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

E o Shopping, não apóia o Ciclismo?

Hoje  no Jornal de Santa Catarina saiu a carta do Senhor Jonatas de Faveri, onde fala do Shopping que cobra estacionamento:


"ESTACIONAMENTO  (link)"

"Gostaria de expressar minha indignação quanto à falta de apoio ao ciclismo pelo Shopping Neumarkt. Na segunda-feira, eu e minha esposa resolvemos deixar o carro em casa e fomos de bicicleta ao cinema. O que nos deixou indignados foi o shopping ter nos cobrado, de cada bicicleta, o valor de um carro, sem contar que as mesmas ocupam menos espaço que uma motocicleta. Espero que a direção do estabelecimento pense nesta questão".

Já havia postado no Blog sobre esta cobrança absurda, por coincidência a 1 ano atrás, quando fiz uma matéria sobre Bicicletários.  Não mudei minha opinião, gostaria que fosse de graça, mas não acho errado o Shopping cobrar uma taxa de segurança das bicicletas, mas que seja condizente com o veiculo ali depositado aos cuidados dos seguranças do Shopping.

Uma Bicicleta ocupa pelo menos um espaço 8 vezes menor que um carro e seu custo aquisitivo gira na maior parte das vezes em um valor inferior a R$ 400,00. Este valor é cerca de 9 vezes inferior a compra de uma moto popular e umas 60 vezes do carro mais barato do mercado.

Se um carro que custa R$ 24.000,00 para ficar 3 horas estacionado tem um custo, com seguro, de uns R$ 4,00. Por que uma bicicleta tem que pagar os mesmo R$ 4,00, sendo que compartilha o segurança que já fica cuidando das motos e da entrada do Shopping? O segurança estaria ali com ou sem as bicicletas.  

O jeito é amarrar as bicicletas do lado de fora. Até que os administradores do Shopping coloque a mão na consciência, pois em um futuro não muito distante podem estar perdendo uma clientela. A minha eles já perderam pois evito o máximo entrar naquele estabelecimento.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Rio de Janeiro. Transporte na visão de um Blumenauense

Bom fui ao Rio de Janeiro a “Cidade Maravilhosa”. É grande,  mas não é como alguns pregam na TV, as diferenças sociais estão mais amostra que Blumenau. Acredito que um dos motivo esteja na falta de um programa social decente e abrangente, que passe pela saúde, educação, saneamento, lazer, cultura e transporte. Não que Blumenau tenha um programa abrangente e eficiente, estamos longe disto, mas também estamos longe do que ocorre no Rio. 

Uma coisa, que me chamou a atenção sobre o Rio, e que vi na televisão, é a barreira que teria a função de proteger os motoristas de arrastão na linha vermelha. Vendo em loco, a sensação que é um engodo, aquilo tem outra função, pois é tão frágil, que até ambulantes conseguem burlar, para vender água no meio do engarrafamento.

Localizados nas laterais da linha vermelha, que liga o Aeroporto do Galeão ao centro da cidade, são painéis de acrílico opaco e de concreto pré-moldado. A parte de acrílico quase toda com desenhos que imitam grafites, a primeira impressão é que foi algum grafiteiro que fez, mas logos se nota que os grafites se repetem em uma seqüencia, foram feitos antes da instalação dos painéis.

A verdadeira função destes painéis, ao meu ver, é esconder a favelas que se encontram junto a via, e dar ao turista e aos cidadãos das consideradas classes mais abastadas uma, falsa, sensação de segurança.

É mais barato esconder a sujeira, no caso a falta de investimento na área social, do que fazer uma verdadeira limpeza, um programa social que valorize as pessoas. 


Ao fundo da imagem a barreira criada para uma pseudo proteção dos motoristas, quando a formula mais eficiente seria um investimento no bem estar social.

Mas a cidade tem um patrimônio arquitetônico, infelizmente nem sempre cuidado, e uma miscelânea cultural incríveis. Na cidade você “sente a história”, há monumentos que retratam a história oficial e que ao mesmo tempo contrapõem esta. Um exemplo é na Praça XV de Novembro onde há uma estatua de Dom João VI. (Representação da república e reinado).

Mas vamos esquecer um pouco das minhas teorias sociais e vamos ao assunto do Blog, meios de transportes, principalmente bicicletas.

Pretendo fazer uma série de matérias sobre o sistema de transporte do Rio de janeiro, Niterói e Petrópolis, tendo a minha visão, um blumenauense, acostumado com o nosso modelo de gerenciamento de transporte.

Foram 4 dias na região onde usei diversos modais de transportes a pé, táxi, ônibus urbano e intermunicipal, balsa, trem turístico e metro. Apesar de não ter andado de bicicleta consegui ter uma boa idéia de como é a vida sobre rodas movidas a tração humana naquela cidade.

No Rio tive surpresas positivas e negativas quando se fala de transporte  se comparado a Blumenau.

Só adiantado:

- A imagem abaixo é do Museu do Futebol no Maracanã, esta bicicleta era usada como meio de transporte durante a construção do estádio.


-Ciclovia que acompanha boa parte da orla do Rio de Janeiro.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Cobertura fotográfica Pedalando Pelo Tempo

Bom não estive no lançamento do Livro "Pedalando Pelo Tempo", mas tinha uma fotografá por lá. (O Blog já conta com fotografá em outra cidade).

Não postei antes por um simples motivo, como havia avisado no post anterior, estava em viagem, assim durante 4 dias não tive acesso a rede. A viagem foi para o Rio de Janeiro e lá colhi algum material para o Blog que devo disponibilizar este mês de novembro.

Mas como o assunto agora é o lançamento do livros, vamos as fotos:



Fotos: Luciana Paza Tomasi.

Para a aquisição do Livro, a preço proporcional, R$ 15,00, entrar em contato com a Casa de Brusque, (47) 33512132.

sábado, 30 de outubro de 2010

Funk e Bicicleta.

Bom não sou fã de funk, há exceções como Tim Maia, mas se envolve bicicleta é uma boa pedida.

Estarei viajando, como não sei se terei como atualizar o Blog durante a viagem, deixo este clip:


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bicicultura 2010.

De 1º a 4 de dezembro vai ser realizado em Sorocaba/SP o Bicicultura2010.

Que é a grande festa da Cultura da Bicicleta, organizada pela UCB (União de  Ciclistas do Brasil).

Mas não vou entrar em muitos detalhes sobre o que vai ocorrer no evento, se alguém quiser mais informação entre  no site http://bicicultura2010.site.com.br/, quero mesmo mostrar o motivo da escolha de Sorocaba para ser realizado o evento.

Sorocaba esta investindo em um programa sério de ciclovias, hoje já são mais de 60Km, e a meta é chegar até 2012 a 100Km.

Parece papo já conhecido de Blumenau, onde se promete novos acessos cicloviários, que nunca saem do papel, ou quando saem levam de lugar algum a lugar nenhum, sem interligações entre os mais de 40 quilômetros.

Felizmente para os Sorocabanos os acessos cicloviários  deles são realidade, ligam algum lugar a outro, são ciclovias seguras e planejadas.

Matéria que saiu no Jornal O Estadão em março deste ano. sobre as ciclovias de Sorocaba.

E acho que estes videos falam por si:



Obs: O Vídeo fala em 50Km, segundo informações que recebi do Presidente da UCB e outras matérias inclusive a do Estadão, acima listada, hoje já são 62Km de Ciclovias, e já há obras em andamento para a entrega de mais alguns quilômetros.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pedalando Pelo Tempo.

Foi lançado no dia de ontem na Cidade de Brusque o livro "Pedalando Pelo Tempo: História da Bicicleta em Blusque", escrito por Ricardo José Engle.

Uma boa dica de presente e de leitura para os ciclistas.



Parabéns ao Ricardo pela iniciativa.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

La Bicicletta:

Esta musica italiana sobre bicicleta eu gosto muito é  de um grupo de reggae italiano chamado "Radici Nel Cemento" e encontrei este clip amador da musica, qualquer hora postos o que acho ser o oficial.

Também pensei em tentar traduzir, claro com a ajuda do Tradutor do Google, mas  desisti,  pois para quem gosta de pedalar, é só ouvir e vai entender a musica muito bem.  Já que a bicicleta é "uma droga que não posso ficar sem".

O Vídeo Clip:




Ai a cifra da música em Italiano..

La Bicicletta :
Bella e seducente, è solo mia
sempre più attraente non resisto e così sia
con quella sua linea essenziale ed elegante
possederla è un'emozione intensa ed esaltante
da quando l'ho incontrata, non sono più lo stesso
la mia vita è migliorata, non sono mai depresso
ogni santo giorno ho una gran voglia di saltare
con un balzo in sella e cominciare a pedalare, pedalare, pedalare...

con la sua meccanica semplice e perfetta
vola vola vola sulla bicicletta
con la bandierina lo specchietto e la trombetta
vola vola vola sulla bicicletta
se ne va a fare la spesa col triciclo la vecchietta
vola vola vola sulla bicicletta
con il campanello col cestino e la pompetta
vola vola vola sulla bicicletta

vola sopra il traffico vola sullo smog
risparmio la benzina mi diverto e faccio sport
questa è la mia droga e non ne posso fare a meno
se il tragitto è lungo me la carico sul treno
macini kilometri e fatichi sempre poco
con un carrello al seguito puoi fare anche un trasloco
me la porto in casa vado su con l'ascensore
l'appendo alla parete e poi la lucido per ore

veleggio, pedalo senza fretta
plano e galleggio, sulla mia bicicletta!

secondo me è un gioiello di tecnica applicata
il genio dell'umanità sta in una pedalata
è il fiore all'occhiello dell'ingegneria
infallibile congegno ad orologeria
ce ne andiamo in piazza per il centro oppure al mare
lei mi porta al parco, a far la spesa a lavorare
col sorriso in faccia e con il vento tra i capelli
sempre in giro insieme e che momenti sono quelli
pedalare, pedalare, pedalare...

per un mondo più pulito questa è l'unica ricetta
vola vola vola sulla bicicletta
contro la cultura del consumo "usa e getta"
vola vola vola sulla bicicletta
se vuoi essere felice come un tempo dammi retta
vola vola vola sulla bicicletta
puoi viaggiare in tondo oppure andare in linea retta
vola vola vola sulla bicicletta

vola sopra il traffico vola sullo stress
vola sull'asfalto su sterrato o su pavé
fa bene allo spirito benissimo all'ambiente
non esiste mezzo di trasporto più efficiente
se incontro una salita e la storia si fa tesa
prima ancora che sia finita già pregusto la discesa
bando alla pigrizia, dico largo all'allegria
tutti in sella a pedalare in compagnia!

veleggio, pedalo senza fretta
plano e galleggio, sulla mia bicicletta!

velocipede che grande invenzione
con la bici noi faremo la rivoluzione
velocipede che grande passione
libera la mente il corpo e l'immaginazione
con la benedizione di santa graziella
santa tutelare di chi viaggia a pedivella
niente più benzina niente bollo da pagare
tanta pasta asciutta e poi trazione muscolare

velocipede che grande invenzione
sviluppa l'endorfina attiva la circolazione
velocipede che grande passione
e non prendo più nè multa nè contravvenzione

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O blumenauense fundamental

Este  mês em um post  com o título de "Tecnologia?" comentei  um testo do professor e colunista do Jornal de Santa Catarina, Maicon Tenfen.


Tenho que confessar que toda vez que alguém fala em cultura ou blumenauense típico vem a minha memória parte deste testo, que para mim é a melhor descrição que possa haver de grande parte da nossa população. Tenho que concordar com o Professor, não tem como tirar esta imagem da cabeça.

Vamos ao testo, que infelizmente não tenho as devidas referencias, mas foi escrito por Maicon Tenfen para a sua coluna no Jornal de Santa Catarina:

O blumenauense fundamental  

Certa vez, depois de aturar o papo-aranha de um sujeito que glorificava o estilo ordeiro e o empreendedor da cidade, respondi que ele estava falando como um blumenauense típico. Naquela época, e isso expliquei a ele, a posição do adjetivo era crucial para debatermos o tema. Uma coisa é o “típico blumenauense”, aquela caricatura que aparece na TV em outubro, outra bem diferente é o “blumenauense típico”, algo como a caricatura da caricatura. Embora o sujeito não fosse blumenauense de berço (só “de coração”, como se exige de quem desembarca na nossa rodoviária), sinalizou que não havia gostado muito da gracinha. Com a amarela dignidade de um intelectual, farejei o perigo e dei um jeito de sair pela tangente.

Mas desde então não esqueci o assunto. Qual seria a expressão, o slogan, a palavra de ordem capaz de sintetizar esse estado de espírito característico da cidade? Descartando a banalidade dos discursos oficiais, tentei encontrar uma resposta na observação do cotidiano. Tenho uma amiga — blumenauense ela mesma — que reclama muito do clima “aquisitivista” da região. Contou-me que foi perdendo os colegas do chope e das baladas porque, conforme o tempo passava, todos botaram na cabeça que havia chegado a hora de cessar a diversão para adquirir o “casón” e o “carrón”. A imagem é interessante, mas ainda acho que é genérica e um pouco vaga. O ato de adquirir puro e simples não diz tudo, há algo faltando nessa história.

Pois bem. Após anos de meditação, acho que descobri um retrato capaz de resumir, ao mesmo tempo, toda a grandeza e toda a miséria do blumenauense fundamental (e aqui uso nova nomenclatura para deixar a história do “típico” lá atrás). No último domingo, ao dar uma volta pelas ruas do meu bairro, não pude deixar de perceber a quantidade de pessoas lavando e encerando os seus carros. Nada novo nisso, mas o modo como o blumenauense limpa os automóveis, e em plena tarde de domingo, com o Faustão se esgoelando ao fundo, é uma dessas imagens que valem por mil palavras.

Existe uma espécie de ternura, de lascívia, mas também de orgulho e exibicionismo na forma com que acariciamos o mais representativo de todos os bens de consumo, e isso vale para o dono do fusquinha e o do BMW. Digo em minha defesa que tentei me livrar do pensamento, mas não teve jeito. De agora em diante, sempre que alguém mencionar o que seja um blumenauense fundamental, pensarei numa esponja e num sujeito esfregando o capô. E, claro, com o Faustão gritando “ô louco!” em algum momento.

domingo, 24 de outubro de 2010

Segunda Rota de Lazer.

Mas uma vez a Administração Pública fechou ruas da cidade para a realização da Rota de Lazer.

O passeio ciclístico que deveria ter ococorrido as 8:30 saiu com um pouco de atraso, 1hora, mas nada que prejudicasse o evento, pois este passeio era simbólico, a idéia principal do evento é as pessoas adotarem este espaço como uma grande  área de lazer. Assim informamos aos ciclistas que apareceram que poderiam realizar o mesmo de forma independente, já que a XV de Novembro e outras ruas estavam totalmente fechadas, o que foi feito pela grande maioria dos presentes.

Pontos positivo, é que a carga de conhecimento de como fazer este tipo de evento vai aumentando, e assim melhorias na organização vão aparecendo.

Um exemplo foi as medidas de seguranças adotadas pela Guarda de Transito, no cruzamento da Paulo Zimermann com a 7 de Setembro, onde ao se aproximar do cruzamento a pista de rolamento  da Paulo Zimermann foi estreitada com cones, criando uma esquerda livre aos carros. Sendo que o agente de transito só ficava monitorando o movimento, e interferindo na hora que ciclistas e pedestres se aproximavam ou por motivo de segurança.

Medida parecida de estreitamento de pista foi adotado na Humberto de Campos, local onde ocorreu um acidente na edição anterior da Rota de Lazer.

Outro ponto é que desta vez houve mais locais de comercialização de produtos abertos ao público o que possibilitou a facilidade em adquirir alimentos e bebidas.

Como na primeira edição o Prefeito fez todo o trajeto pedalando e parando em alguns pontos.

Durante esta pedalada e em conversar informal o prefeito informou que logo começa a revitalização da calçada da 7 de Setembro, ao mesmo estilo da que existe na Beira Rio com calçada compartilhadas com ciclofaixa.

Segue fotos da Segunda Rota de Lazer:


Primeira Rota de Lazer (Link)

Parabéns mais uma vez a Administração Pública por esta iniciativa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

“Por que punir Moema com ciclovia ?”

O assunto é referente ao Bairro de Moema em São Paulo, mas que pode ser exemplo ao que ocorre em outros lugares do país e mesmo a Blumenau.

No caso do arquivo de áudio  No Link abaixo é um debater  promovido pela CBN, entre um cicloativista do CicloBR de São Paulo e a presidente da Associação de Moradores de Moema.

O debate é sobre a implantação de ciclovias, ciclofaixas e ciclofaixas compartilhadas entre ônibus e ciclistas.

Nota-se que a senhora só vê a bicicleta como meio de diversão e não um meio de transporte eficiente.

Infelizmente, a luta pelo reconhecimento da bicicleta como um meio de transporte eficiente, a luta por um transporte público de qualidade e o direito do cidadão de ir e vir com segurança  a pé, passa pelo caminho do "egoísmo automobilistico", onde o único ser com direito de locomoção é aquele que está dentro do carro.

Crédito da Informação a Associação Transporte Ativo.

Obs: Retirei o arquivo, e coloquei o link,  pois ele estava dando problema no FireFox e no Chrome, já que o arquivo executável do Média Player para estes dois programas roda direto.